sexta-feira, 10 de julho de 2020
ENTREVISTA WEEDEVIL
quinta-feira, 9 de julho de 2020
ENSLAVER - SIDE EVIL (2020) REVIEW MICROFONIA
Fundada em
Maringá-PR, no ano de 2015, o Enslaver é uma banda de thrash metal formada
pelos irmãos Luís André (guitarra e vocal) e Francisco Vitor (bateria), no
melhor formato Sepultura não é mesmo? Completam a formação William Giesbrecht
França (guitarra e backing vocal) e Pedro Vinicius (baixo).
De 2015 até
aqui os caras vem trilhando seu caminho a base de muito trampo e calcando seu
espaço no underground, se apresentando ao lado de grandes bandas do cenário
nacional e mundial divulgando o seu som sempre com muita atitude e humildade e
muito talento sem dúvida!
Feitas as
devidas apresentações chegamos ao ano de 2020, e o lançamento do primeiro full
da banda, “Side Evil”, através da Miranda Records, que ganhou as ruas no dia 05
de junho e agora vamos falar sobre esse lançamento que nos dá dois tipos de
satisfação, a primeira é por ser uma banda aqui de nossa cidade realizando um
trabalho foda, a segunda é que esse que vos escreve é um grande apreciador de
thrash metal, ainda mais quando bem executado e sem rodeios, direto ao ponto!!!
Em “Side Evil”
temos oito faixas, distribuídas em pouco mais de 29 minutos, com uma produção
que deixa tudo muito bem definido, no entanto deu um clima bem “Beneath the
remains” ao disco, sujeira na quantidade certa, e muito peso e agressividade,
receita acertada e que agrada muito aos ouvidos, tanto que creio que desde o
lançamento até esse momento em que digito esse review já devo ter escutado o
album completo mais de dez vezes, pois esse é o grande mérito desse disco, ele
é curto e direto ao ponto e nos leva a repetir mais e mais as audições, sem
soar cansativo e nem repetitivo.
Creio que a vivência
de ensaios e shows, o tempo de amadurecimento dessas faixas sendo tocadas ao
vivo, fizeram os caras chegarem ao estúdio prontos pra registrar suas melhores
performances, o disco soa coeso, bem homogêneo, no entanto sem dúvidas devo destacar
a faixa “Murder Inc” que foi lançada como single anteriormente, uma das mais
brutais do disco, sobressalta aos ouvidos durantes a audição, e “Blood Will
Follow Blood” que tem um riff muito legal, iniciando a faixa de forma
cadenciada e cresce em velocidade e intensidade, valendo a citação aqui como destaque!
Enfim, espero
que o Enslaver siga produzindo cada vez mais thrash metal visceral pra alegrar
nossas vidas desgraçadas em meio a essa pandemia, ameaça de apocalipse e
incerteza se haverá futuro, pensando bem estamos vivendo dentro de um disco de
thrash metal (haha), vida longa pra banda e que venham mais discos, shows e
cervejas!!!!
FACEBOOK: https://www.facebook.com/enslaverband/
SPOTIFY: https://open.spotify.com/album/1UpXGV4glcdJK8YC1yJQRN?si=ly1SgRp6S2mU4r_TVLgv8A
INJÚRIA - Leme-SP
·
País: Brasil (Leme-SP)
·
Atividade: Desde 2018
·
Gênero:
Heavy/Thrash Metal
·
Membros: Leonardo Pais (Guitarra, Vocal),
Hernani Cunha (Bateria), Lucas Miquelutti (Baixo)
Na
cidade paulista de Leme, entre Piracicaba e Limeira, temos um trio que não toca
sertanejo, e sim toca o que a gente gosta, que é podreira!
Os
caras do Injúria estão iniciando na estrada em grande estilo onde já foram
banda de abertura para os monstros do Claustrofobia, que também produziram o
seu álbum de estreia “End of Times”.
Com
influências muito grandes em bandas do mainstream como Megadeth, Metallica e Iron Maiden, o trio tem uma curiosidade interessante: ambos dos dois integrantes
(Lucas e Leonardo) têm apenas 15 anos de idade!
Abaixo
o playlist do trabalho de estreia “End of Times” e o novo single “Filthy World”
quarta-feira, 8 de julho de 2020
CÉREBRO DE GALINHA - SOCIEDADES SECRETAS (2018) REVIEW POR BETO FILHO
Ficha técnica:
·
Banda: Cérebro de Galinha
·
Origem: Brasil - Marabá-PA
·
Álbum: Sociedades Secretas
·
Gravadora: Monstro Discos
·
Gênero:
Hardcore, Crossover, Thrash Metal
·
Membros: Torrada (Baixo), Cego (Vocal), Mort
(Guitarra), Suco Gástrico (Bateria)
Marabá,
sudoeste do Pará, capital do Carajás e terra da castanha.
Em
uma cidade em que o brega, o arrocha, o forró e o sertanejo dominam as rádios
de Marabá e de todo o Norte Brasileiro, os rapazes do Cérebro de Galinha, que
mandam um som crossover / Thrash / HC é considerado um oásis da cena
underground. O mais legal de tudo é que, apesar da banda ter como ideia central
uma pegada totalmente brutal em suas composições, eles não negam suas origens e
se auto intitulam uma banda Hardcore / Crossover, mas também amantes da
lambada, do reggae, do brega e do forró, músicas de origem e de formação dos
integrantes paraenses.
Meu primeiro
contato com o trabalho da banda foi em novembro de 2019 e quem me apresentou
essa desgraceira foi o Catarro, um grande camarada que hoje é uma espécie de “correspondente”
lá dos confins da Áustria e é um grandioso pesquisador de bandas do mundo todo
e descobriu essa pérola do Marabá!
A história dos caras é maluca!
Tudo
começou com um vídeo que viralizou nas redes sociais com eles tocando em um
terreno baldio, numa casa abandonada. Sempre que podiam, eles pegavam os
amplificadores, bateria e tudo que há de parafernália para tocar nesse lugar,
pulando muros, andando nos brejos, até chegar nesse terreno.
Ali,
com a companhia de alguns animais roedores, faziam uma espécie de “teto
acústico”, cobrindo como podia com papelão um teto de zinco. Agora imagina,
manos! A umidade que é o Norte, tocando num sol fortíssimo, e todo o calor ia
para dentro desse lugar, devido ao teto de zinco...com uma estrutura de dar dó,
só vendo para acreditar!
Como
o vídeo viralizou, sem nenhuma intenção deles, muita gente ficou interessada em
saber de onde eles são, inclusive oportunidades de ceder lugar melhor para eles
gravarem um disco. E esse lugar, veio: Há 2.500 km de casa!
Graças
ao esforço dos caras, eles viajaram até São Paulo de busão (primeira vez dos
caras na cidade!), se impressionaram com a agitação e gravaram uma podrera
linda, “Sociedades Secretas”.
Dou
destaque para as faixas “Ameba”, “Hipócrita”, “Nova Ordem Mundial”, “Isso sim é
Difícil”, “Diário de um Preguiçoso”, com uma introdução maravilhosa que lembra
um pouco as famosas guitarradas paraenses e a música que conheci os caras no
estúdio improvisado, “Mundo em Caos”.
Em
resumo, se o Cérebro de Galinha tocar em qualquer festival na sua cidade num
futuro que nem sabemos, cola no rolê bêbado e caia no mosh porque o som dos
caras é para isso, para pura diversão!
terça-feira, 7 de julho de 2020
STAB - Sepulchral Lullaby (2020) - REVIEW MICROFONIA
Ficha técnica:
· Banda: Stab
· Origem: Brasil - Piracicaba-SP
· Álbum: Sepulchral Lullaby
· Gravadora: Independente
· Gênero: Thrash metal
· Membros: Murilo Ramos (Guitarra e Voz), João Polizel (Baixo), Leonardo Veronez (Bateria)
Aqui
a proposta é simples porém certeira, como colocou a banda "Nossa proposta
é de unir o peso, a agressividade e a velocidade, que são típicos do thrash
metal,a uma sonoridade sombria", em primeiro plano o que me chamou a
atenção foram os vocais, que conseguem imprimir essa parte sombria ao som,
devido ao timbre interessante do vocalista Murilo Ramos, pra dar uma ideia do
que estou falando, a referência que me veio à mente foi a de Sérgio Chaves no
Chakal, fase "Death is a Lonely Business", principalmente me momentos
de cadência nas faixas.
O
EP que chegou as plataformas de streaming em fevereiro possui quatro faixas que
foram capitadas, mixadas e masterizadas no Casarão Music Studio em
Piracicaba-SP, por Franco Torrezan e possui um bônus gravado em formato ao vivo
no estúdio.
O
Stab é uma banda em pleno desenvolvimento, foi formada em 2017 e esse seu
primeiro EP demonstra o quanto eles tem talento pra evoluir muito mais, a
impressão que tive ao ouvir Sepulchral Lullaby na realidade é a de que eu
gostaria de ouvir mais faixas, passa rápido e logo você está repetindo tudo de
novo, estou aqui curtindo o som dos caras enquanto escrevo!
Falando
da sonoridade praticada em si, a banda caminha por várias camadas diferentes
dentro de seu som, flertam com o hardcore/crossover, com o heavy metal e apesar
de ser um som agressivo há muita melodia nas faixas, como em "In the
streets" por exemplo.
Como
faixas que gostaria de destacar, indico a audição no detalhe de
"Scum" que é uma porrada e as variações sonoras de "God´s
Sheep", duas demonstrações do poder de fogo da cozinha coesa da banda,
grata surpresa conhecer a Stab, aguardamos novidades dessa galera de
Piracicaba.
segunda-feira, 6 de julho de 2020
SANGUE DE BODE - A Sombra que me Acompanhava era a Mesma do Diabo (2020) - RESENHA POR BETO FILHO
Ficha técnica:
·
Banda: Sangue de Bode
· País: Brasil - Rio de Janeiro
·
Álbum: A Sombra que me Acompanhava era a Mesma
do Diabo
·
Gravadora: Electric Funeral Records
·
Gênero:
Black Metal, Death Metal, Crossover
·
Membros: João (Baixo e Voz), Gabriel Fontes
(Guitarra) e Gabriel Medeiros (Bateria)
Em uma cidade de pouco mais
de 25 mil habitantes, a pacata Miguel Pereira, cidade do interior carioca é a
morada da banda Sangue de Bode, que vêm impressionando de maneira positiva na
cena underground com sua raiva e melancolia em suas composições.
Com um vocal crossover e com
composições que passeiam entre o Death e o Black Metal, o trio formado por João
(Baixo e Voz), Gabriel Fontes (Guitarra) e Gabriel Medeiros (Bateria), lançaram
em fevereiro desse ano o álbum de estreia “A Sombra que me Acompanhava era a
Mesma do Diabo” pela gravadora Dark Funeral Records. Antes desse álbum, eles
tinham apenas um EP de uma música sombria “Comendo Lixo”, onde inclusive eles
produziram um videoclipe bem pesado!!!
E, cara...que disco foda! A
começar pela capa, totalmente sinistra de uma mina que parece ser possuída pelo
“capiroto”, no meio do mato, num dia bem sombrio. Uma capa impactante, em que a
autora da foto é a fotógrafa Clara Ribeiro (Instagram: @clararibeiroph) e a
modelo da foto é a Fernanda Ladislau (@fernanda.ladislau).
O disco merece destaque para
as faixas “Messias de Merda”, com críticas ferrenhas ao “excrementíssimo”
Presidente da República, “Jazigo”, com uma pegada mais direta, com uma letra
bem depressiva e “Pivete Executado”, uma faixa com um instrumental e uma
história de um pivete ao fundo, onde parecia ser alguma treta que ele
participava, sendo interrogado por uma espécie de policial (foi o que eu
interpretei, risos!)
Em resumo, mesmo com esse
ano maluco que estamos vivendo, somos agraciados com essa obra prima brutal e
extrema e o time Microfonia deseja vida longa a esses caras, que fazem um som
muito foda, que só faz fortalecer a cena do underground.
Fontes de Pesquisa:
Instagram Oficial:
Facebook Oficial:
YouTube Oficial: https://www.youtube.com/channel/UCMk1ZXN-yIl6v_Q8eJRKBHA
Spotify Oficial: https://open.spotify.com/artist/43ZQFpcwdGqWL5u7JSneXq
Canal Baile do Capiroto: https://www.youtube.com/channel/UCbpoIjRd89bLlzxbYEyX8FQ
MetalEnciclopedia:https://www.metal-archives.com/bands/Sangue_de_Bode/3540463852
sexta-feira, 12 de junho de 2020
ENTREVISTA SPIDRAX
Assim que coloquei pra rodar o novo disco da Spidrax, "Obituário" (2020), curti demais a energia e a sonoridade, cheguei a banda através do Marcelo Dod, que foi o responsável pela concepção da arte da capa do disco e me chamou atenção pra sacar do que se tratava e cá estamos a falar com a banda, pra conhecer um pouco mais sobre como foi o caminho até aqui, fica a dica caso ainda não tenha tido contato com o som dos caras, se você é fã de Horror Punk e de tudo o que permeia esse universo, pode colocar na playlist e escutar sem medo, no mais, confiram nosso papo e prestigiem o underground, pois nesse momento nosso apoio é fundamental!!!
Fala pessoal, obrigado por falar com o Microfonia, gostaria que nos contassem um pouco da história da banda, como surgiu o Spidrax?
Muito obrigado vocês pela oportunidade. A Spidrax é uma banda de Horror Punk fundada em 2014 na cidade de SP. As principais características da banda são os riffs pesados com letras curtas, refrãos marcantes e a temática de terror, sempre presente nas composições.
Falando um pouco mais sobre sua trajetória, como vocês enxergam a discografia da banda e que diferenças vocês apontam entre seus lançamentos, como foi a evolução da banda até “Obituário” (2020)? Tem algum disco que seria o preferido de vocês?
Temos muito orgulho de tudo que foi feito até aqui. A Spidrax sempre buscou uma identidade própria dentro do segmento do Horror Punk. Esse disco foi uma auto quebra dos padrões. Deixamos de lado o horror teatral, pra abordar o horror de uma forma simples e direta. Cada álbum tem a sua história, mas esse em específico, contem histórias de horror contadas por pessoas da vida real.
Pra quem não
conhece o som da banda, como vocês descrevem a sonoridade da Spidrax?
Spidrax é a
energia sonora contagiante do Punk, mesclada à temática subversiva, do horror e
terror, 100% autoral e independente.
Seguindo
nesse princípio, quais são as referências musicais, literárias e
cinematográficas da banda, visto que dentro da vertente que exploram as
temáticas sempre fazem alusão ao horror em suas variadas formas, o que ler,
assistir e ouvir para se conectar ao universo das músicas da Spidrax?
São inúmeras
as nossas referências, então listaremos somente as principais: Musicalmente,
temos muita influência de Misfits, Danzig e Motorhead.
Quanto a filmes, podemos listar as obras de George A. Romero (A Madrugada dos Mortos), Sam Raim (Evil Dead), Hideo Nikata (O Grito e O Chamado), Tobe Hooper (O Massacre da Serra Elétrica), John Carpenter (The Thing) e Hitchcock (Psicose).
Entre nossas referências literárias estão as obras de Edgar Allan Põe (O Corvo), Mary Shelley (Frankenstein), H.P Lovercraft (O Chamado de Cuthulhu) e Stephen King (Cemitério Maldito) e Quadrinistas como: Alan Moore (Watchmen), Junji Ito (Uzumaki) e Frank Miller (Batman the Dark Knight Returns).
Falando sobre
seu mais recente trabalho, “Obituário” (2020), como foi o processo de
composição e gravação e quem produziu o disco, visto que a sonoridade captada
está muito boa e conseguiu transmitir bem a aura de horror presente nas letras?
Queríamos que
esse álbum fosse uma volta às origens, buscando a sonoridade e a energia do
Horror Punk clássico. As composições foram inspiradas nos sentimentos humanos,
como medo, ódio, dor e luto. A interação com o sobrenatural também está
presente nesse álbum.
A produção
foi realizada por nossos irmãos Giulliano Vitale (Chandraya) e Hebberty Taurus
(Ossos Cruzados).
A arte da capa ficou a cargo do talentoso Marcelo (Draw or Die). Como rolou a criação dessa ilustra? Vocês passaram o conceito do que desejavam, deram uma ideia do que gostariam, ou foi baseado somente nas músicas, poderiam nos dar detalhes sobre esse processo?
Somos grandes admiradores do trabalho do Marcelo Dod, e ter uma arte dele eternizada em um disco nosso foi uma honra muito grande pra nós. O disco descreve de uma perspectiva muito simples, comportamentos que ferem os princípios morais através de atos monstruosos. A arte da capa foi inspirada no filme The Thing, de 1982, dirigido por John Carpenter, assim como no longa metragem, nosso álbum abrange os sentimentos de paranóia, medo e desconfiança. Ou seja, se pudéssemos trazer essa obra para o mundo real, os verdadeiros monstros seriam aqueles que habitam a nossa mente, invisíveis aos olhos dos demais, aguardando o momento de se revelar.
Como tem sido
a recepção da galera ao novo disco e quais as impressões da banda sobre isso?
Nosso país está passando por um momento muito difícil, estamos sofrendo com a pandemia que se propagou em uma velocidade alarmante, além da crise econômica e política, onde a esperança de dias melhores tem se tornado algo distante.
Quanto ao novo álbum, ficamos muito surpresos com a aceitação do público. Foi muito massa ver compartilhamentos do nosso trabalho, feitos por pessoas que nem sequer conhecíamos. A banda recebeu muito feedback positivo, diversas mensagens de pessoas dizendo que se emocionaram com as letras, que curtiram a sonoridade, bem como a arte do álbum. Tem gente que nos manda mensagens cobrando material físico e isso tem sido muito gratificante pra todos nós.
Com o lançamento tendo sido realizado em meio a quarentena devido a essa pandemia, como funciona a divulgação do trampo sem o suporte de eventos?
Raramente uma banda independente recebe algum tipo de suporte no Brasil, aqui o artista Independente trabalha por amor, independente do alcance ou reconhecimento que almeja. Antes mesmo da pandemia, quase tudo sempre foi feito por nós, ou seja, se reinventar não foi uma opção e sim uma necessidade pra manter o sonho vivo. Seguimos na luta desde então.
Que saídas vocês tem encontrado em meio a essa situação e de que forma isso impactou a Spidrax?
No início foi bem difícil, somos uma banda que costuma fazer shows e eventos com muita frequência, amamos o contato direto com o público. De repente, aquele baque! Nada de ensaios, nada de shows, reuniões somente por vídeo conferência, eventos, gravações e compromissos cancelados. Foi uma loucura.
Como disse
antes, não tivemos escolha a não ser nos reinventar. Por sorte as gravações
haviam sido concluídas antes da pandemia, então o lançamento ocorreu sem
problemas.
A cena do Horror Punk nacional possui nomes talentosos e vários representantes, quem vocês destacam dentro dessa cena que todos deveriam conhecer?
Dentre as bandas de Horror Punk nacional, podemos citar nomes de grande importância como a Ossos Cruzados, banda de SP com grande influência do Thrash, Hardcore e Crossover. Suas letras abordam temas clássicos e contemporâneos de horror, filmes B e lendas urbanas, com um leve toque de humor e críticas sociais subliminares muito bem colocadas em suas composições.
Podemos citar
também a banda Viborah de SP, que mantém a representatividade feminina na cena.
Na arte do horror, a figura da mulher muitas vezes é representada como uma
vítima indefesa, porém, no universo da Viborah esse conceito não existe, pois
aqui, o anjo da morte tem voz de mulher.
Finalizando com a Zumbi Holocausto, banda de Diadema- SP. Entre suas características estão a sonoridade e energia do Hardcore, incorporada a uma linha vocal melódica capaz de te transportar para o universo do horror de maneira viciante e visceral!
Mantendo nosso tradicional pedido em todas as entrevistas, poderiam nos dizer quais são os 5 maiores álbuns já lançados de todos os tempos segundo a Spidrax?
Nossas influências são muitas, porém dentro dos principais discos, podemos citar:
Álbum extra: O Espetáculo do Circo dos Horrores - Facção Central (BRA) - 2006.
Pra finalizar, gostaria de agradecer novamente pela atenção, parabenizar pelo ótimo trabalho lançado e reservar este espaço pra que mandem seu recado como bem entender, valeu!!!
Antes de mais nada, muito obrigado pelo espaço cedido, é sempre uma honra trabalhar com pessoas que assim como nós, possuem paixão pelo som do submundo.
E galera, aproveitem esse período de
quarentena pra se aventurar no Horror Punk, existem bandas fantásticas a sua
espera.
E bora se
cuidar, todas as medidas de segurança para que possam sobreviver a esse filme
de terror real. E o mais importante: Não escutem o presidente!
Grande abraço!
HORROR
VIVE!!!
OUÇA "OBITUÁRIO":
https://open.spotify.com/album/3Wgcvs0Oaf2ATFIDoSw6El?si=dN1ACrm_RMGP43xHSdF1_Q















