sábado, 25 de julho de 2020
TOCAIA SELO LANÇA "NORDESTE EM CHAMAS"
sexta-feira, 24 de julho de 2020
ENTREVISTA EXCLUSIVA - WARSICKNESS
O WARSICKNESS é uma banda de Thrash Metal da Grande São Paulo fundada em meados de 2009, especificamente da cidade de Itapevi. A banda impressiona demais com sua sonoridade Thrash, com fortes influências de grandes bandas da cena Thrash oitentista em seus arranjos e que suas letras são recheadas não só de críticas sociais, destruição da civilização, mas de muita diversão e bebedeira, ao estilo "Tankard".
Em 2012, lançaram seu primeiro EP "Reign in Chaos, Pain and Torture", seguido dos álbuns "Stay Drunk in Hell" (2015) e "Sick Existence" (2019)
O vocalista da banda, Diogo Moreschi, com muita atenção nos recebeu para nos contar sobre as histórias malucas de como surgiu a banda, os trabalhos lançados e projetos para o futuro da banda!
Confira a entrevista logo a seguir, na íntegra:
Antes de tudo, é uma satisfação imensa receber o WARSICKNESS em nosso canal. Ainda mais quando se trata de “quase conterrâneos”. Afinal, eu sou de Barueri e vocês de Itapevi, então somos todos vizinhos! Seja muito bem vindo e obrigado por nos receber!
Diogo Moreschi: Eu que agradeço demais o espaço!
Pra começar, explica pra galera quem teve a ideia de montar a banda e quais
foram as influências principais para que chegasse a esse nível muito bom que
estão atualmente.
DM: A banda foi idealizada por mim, (Diogo Moreschi) juntamente com Carlos Ferreira (Carlão). A gente sempre teve gostos parecidos no que se refere à “Metal” Thrash Metal e mantendo aquele equilíbrio de bandas que trazem uma proposta de som mais “reto” porém bem dinâmico. Pra variar, a ideia da banda surgiu na calçada em frente a um “armazém bar” de 1m x 1m de tamanho. Lembro que eu fui convidado na época, final de 2008 para cobrir os vocais de uma antiga banda do Carlão, porém a maioria da banda nunca aparecia pra ensaiar e eu ficava chapando com ele nessa calçada hahaha. No dia que concretizamos a ideia da banda lembro que tomamos 2 engradados de cerveja (de garrafa de 600 ml) kkkkk e o nosso amigo senhor Carlão quase nos matou com o antigo golzinho quadrado que tinha.
As capas dos dois discos (“Stay Drunk in Hell” e “Sick Existence”) são
realmente incríveis! Como foi a ideia de chamar o Márcio Aranha para criar a
arte das duas capas? As ideias de capa foram do artista ou da banda?
DM: Bem eu conheci o grande Márcio Aranha
por volta de 2010, ao ver um portifólio de desenhos animais que ele já tinha, e
pelo método curioso de criar personagens baseando as posições com ele mesmo de
modelo, eu passei a ideia que tive para a primeira parceria com ele que rendeu
a capa do nosso primeiro EP – “Reign of Chaos, Pain and Torture”. Logo ele
continuou desenhando oficialmente para nós nas 2 sucessoras que seriam nossos 2
discos completos de estúdio.
Qual é a importância do Caveira Velha Rock Bar (Rock Bar de Jandira-SP) para a
banda?
DM: Opa, poucos conhecem o início da casa, mas ela foi idealizada pelo próprio Carlos Ferreira, e lembro que antes de começar as obras ele me contou e me convidou para ajudar com a movimentação das bandas, eventos. Lembro que nos primeiros anos lá eu ficava exclusivamente cuidando de todos eventos. Era uma segunda casa. Desde então, por mais que depois de alguns anos lá sai de cena, mas sempre consideramos nossa casa por ter sido palco de muitos eventos marcantes para a banda.
A
relação da banda com os conterrâneos do Imminent Attack (Barueri-SP) e
Torrencial (Itapevi-SP) é bacana? Vi que teve vários rolês com essas bandas ao
longo da carreira.
DM: Sempre foi uma interação boa, até
porque o Carlos Ferreira é membro da banda Torrencial até hoje e o André por
mais que oficialmente se tornou do Warsickness recentemente, ele sempre tocou
com a gente quebrando vários galhos na batera. (Sabe melhor as músicas do que
muitos que passaram pela banda rs) e A relação com todos das bandas Torrencial
e Imminent Attack sempre foi próxima, 90% da banda Imminent Attack participou
das gravações do disco “Stay Drunk in Hell” – “tá tudo em casa”.
“Sick Existence” foi lançado em 2019 é, a nosso ver, é um disco que mostra o
quão o WARSICKNESS evoluiu, não só musicalmente, mas tecnicamente em suas
composições, comparado ao debutante “Stay Drunk in Hell”. Como foi a
receptividade na cena desse último disco? Ao nosso gosto, tá muito foda!
DM: o “Sick Existence” foi uma ideia (não
melhor que as anteriores) mas melhor estruturada. Trabalhamos na pré-produção
dele com muito cuidado, e fugimos da realidade de estúdio no processo de
gravação. Dedicamos 2 semanas sem intervalo de dias diretamente para a produção, foi
quando nosso grande amigo e produtor Friggi (da banda Chaos Synopsis) veio de
SJC e adaptou seu equipamento na casa do nosso antigo batera, Fernando. Foi
foda demais. Abriu muitas portas para a banda e deu a oportunidade de todos
verem do que somos capazes.
Anteriormente
acostumados em formato de quinteto, como está nesse momento habituar a banda
com apenas uma guitarra, num quarteto? Vimos que o Carlão agora foi para o
baixo, devido à saída do Alan da banda, além da entrada do André (Imminent
Attack). Explica pra gente esse processo diferente e inovador para o
WARSICKNESS.
DM: Eu em particular sempre curti bandas
nesse formato “quarteto”. Foi um grande desafio pois tivemos que nos adaptar
musicalmente falando, todas composições já criadas de 2 para 1 guitarra.
Mudamos de um baterista extremamente técnico para um baterista com mais feeling
para o som que fazemos, e que executa muito bem a proposta da banda e sem
limitações, e que participa muito ativamente na proposta de criação. André é
uma grande mente criativa.
As letras do WARSICKNESS, além de críticas ao sistema, guerras e alienação
humana, são bem ao universo do prazer de reunir a galera, se divertir e beber
sem limites, em geral a banda tem uma temática bem “etílica”, vamos dizer
assim. Ademais, os rolês que fazem entre um show e outro, ninguém é de ferro,
vocês acabam se divertindo regado a muita breja! Explica para nós sobre essa
temática que lembra os alemães do Tankard.
DM: A Warsickness sempre teve o objetivo
de explanar temas como esses que você mencionou. Nosso foco sempre foi tocar
bem, transmitir o sentimento que temos, trazer entretenimento para as pessoas
que gostam desse tipo de som, e NUNCA ESQUECER DE NOS DIVERTIR. Por mais que os
excessos de entorpecentes as vezes ocorram, sempre tentamos manter a
responsabilidade para nunca perder a qualidade do nosso som.
Coroner, Krisiun, Artillery, Onslaught, Sinister,
Exumer...como foi tocar junto a esses gigantes nos festivais? Existe para os
desejos do WARSICKNESS alguma banda que falte para fazer parte de um possível
lineup?
DM: É
animal dividir palco com grandes bandas, mesmo que em alguns casos a gente
acaba conhecendo de verdade como alguns são. Mas não tenho o que reclamar e se
pudesse faria de novo. Puts, ainda falta uma gama de bandas que gostaríamos de
dividir palco, um grande marco de repente um Tankard quem sabe.
Todo o mundo está sofrendo muito com a pandemia do
Coronavirus e não é diferente para a nossa cena, que está sofrendo mais ainda, porque
afinal, sem shows, sem cachê, sem trabalho! Como o WARSICKNESS está reagindo a
todo esse problema para dar andamento nos projetos?
DM: Realmente
pra uma banda, viver entocada é complicado, principalmente quando os membros
vivem dela. Hoje o Warsickness não é fonte de renda pra nenhum dos integrantes,
porém ela se auto sustenta. Alguns membros hoje se mantem de
rendas autônomas que se assemelha muito com o músico profissional. É difícil,
mas temos que lidar com essa fase ou “Nova Era” com inteligência, usando os
meios de comunicação como auxiliadores para as nossas tomadas pessoais de
decisões. Acredito que ainda é possível ter mais independência na hora de agir
e não ser guiado por uma massa que na maioria das vezes não sabe o que é melhor
para cada um de nós.
Existe projetos futuros para o sucessor de “Sick
Existence”?
DM: CERTAMENTE !!! inclusive estamos nesse processo de composição, eu ando escrevendo muita coisa e temos um esqueleto de um próximo trabalho praticamente. Só infelizmente optamos em não acelerar nada devido ao caos mundial que estamos vivendo, pois esse próximo queremos fazer algo mais conjunto, compondo bem mais próximos e não a distância.
Seguindo a tradição do Microfonia Underground, cite os cinco maiores álbuns de todos os tempos, segundo o WARSICKNESS.
2 - The Years of Decay – Overkill
3 - Zombie
Attack – Tankard
4 - Waking Into Nightmares – Warbringer
5 - Tortured Existence – Demolition Hammer
Puts,
ficou acho que bem mais a minha cara.
Nós do Microfonia Underground agradecemos demais a
participação de vocês! Nosso pedido é que sigam firmes e fortes nesse momento
tão difícil. Um dia nos encontraremos em algum rolê pra beber algumas geladas!
Um grande abraço!
DM: Agradeço
demais o espaço e todos nós não vemos a hora de voltar a fazer o que mais
gostamos, tocar por aí e beber !! Até breve.
Para maiores informações, confira os canais oficiais do WARSICKNESS:
Facebook: @warsickness
Instagram: @warsicknessofficial
Youtube: WARSICKNESSHELL
Bandcamp: https://warsicknessofficial.bandcamp.com/releases
Metal Archives: https://www.metal-archives.com/bands/Warsickness/3540359099
quinta-feira, 23 de julho de 2020
DEAD LIVE (MANAUS-AM)
Sempre
válido observar que num país de dimensões continentais existe uma diversidade
cultural imensa e que as coisas não acontecem somente no eixo Sul-Sudeste, por
isso temos diversas cenas produtivas e cheias de bandas foda.
Vou um
pouco mais além, o norte e o nordeste do Brasil quando se fala de underground
são hoje referências, o tempo todo surgem novas bandas com trabalhos incríveis
vindas dessas regiões!
Hoje
gostaria de falar sobre uma banda de um gênero que aprecio muito, que é o
Horror Punk, que tem uma cena fortíssima com bandas espalhadas por todo país,
mas vamos focar especificamente em uma banda de Manaus-AM, a Dead Live.
Formada
no começo de 2015, a Dead Live é composta por Jefferson Carneiro (Vocal e
Guitarra), Benediction Açougueiro (Baixo), Dirley Velinho (Bateria) e Cristian
Oliveira (Guitarra), os caras vem com a proposta de fazer um som totalmente
voltado ao horror punk e suas temáticas convencionais, que possuem uma fonte
inesgotável de temas que quem é fã do gênero se amarra, violência gore, zumbis,
apocalipse, muito sangue e vísceras pra embalar as composições!
A banda
possui três discos de estúdio e um ao vivo lançados até aqui, "Mortos
Vivos" (2016), "Bar from Hell" (2017), "Manicômio"
(2018) e o ao vivo gravado no Garage Sounds lançado também em 2018, todos
discos de estúdio gravados, mixados e masterizados pelo guitarrista e vocalista
Jefferson Carneiro, que manda muito bem no trabalho de produção dos albuns, as
artes das capas dos discos ficaram a cargo de um cara que acredito que quem é
da cena conheça muito bem, Daniel Ete (Muzzarelas), que é perito em entregar
artes que ilustram muito bem o universo do Horror Punk.
Falando
um pouco mais sobre o som dos caras, vale observar que principalmente no seu
último lançamento, "Manicômio" há um flerte com o metal, perceptível
na rifferama que os caras despejaram nas composições, até mesmo a sonoridade
desse disco me chamou a atenção pelo peso, destaque para a cozinha brutal dos
caras, impondo muito mais peso a sonoridade e fazendo a camada de base para as
guitarras da banda, o vocal de Jefferson Carneiro é outro ponto muito legal, um
timbre diferente, canta de uma forma única e bem particular que se fundiu muito
bem com a sonoridade.
Enfim,
conheçam os sons dos manauaras da Dead Live, eles estão em todas plataformas de
streaming e com certeza o som dos caras irá acertá-los em cheio!!! Abaixo seguem os links onde será possível acessar o trabalho da banda, sigam, curtam e compartilhem os trabalhos das bandas e se puder comprem os materiais, assim poderemos dar o suporte para a cena e as bandas sobreviverem em meio a esse caos!!!
INSTAGRAM: https://www.instagram.com/deadliveoficial/
BANDCAMP: https://deadlive.bandcamp.com/
SPOTIFY: https://open.spotify.com/artist/74glFGD5ZD7Aja6DgxuZeL?si=gterRy-DSDuETHZqIyKsaQ
quarta-feira, 22 de julho de 2020
ENTREVISTA CRANIAL CRUSHER
terça-feira, 21 de julho de 2020
TEU PAI JÁ SABE? - (CURITIBA, BRASIL)
Banda: Teu Pai Já Sabe?
País: Brasil (Curitiba)
Atividade: Desde 2008
Gênero: Punk / Hardcore / Queerpunk
Integrantes: Carlos Mamá (Vocal), Felipe (Baixo), Hugo (Bateria) e Sete Metros (Guitarra).
Antes de iniciar, nosso pequeno toque pra galera: que bandas desse estilo sejam encaradas na cena sempre de forma natural, como qualquer outra banda!
O
Teu Pai Já Sabe é uma banda de Curitiba formada em 2008 e já possui dois discos
lançados: o primeiro álbum “Blasfêmia Pouca é Bobagem - 2009” e “Agora Sabe - 2013”.
Ficaram
num hiato e voltaram com tudo em 2018 e estão em estúdio gravando um
novo disco ainda sem nome a ser lançado pela Läjä Records.
Criativos,
irreverentes e originais, os arranjos são muito bem calcados no punk rock
oitentista, com letras de defendem a inclusão do movimento LGBTQIA+ no
movimento, tanto que a banda é defensora ferrenha da bandeira “queer punk”,
seja em suas composições ou nos shows.
Todos
os integrantes da banda são gays e bissexuais e se reafirmam a cada dia, mostrando
que o punk tem espaço para todxs.
Nós do Microfonia Underground Blog estamos
ansiosos pelo novo trabalho do TPJS. O som é muito foda e tem um propósito nas
ruas, com o objetivo de unir mais não só a comunidade LGBTQIA+, mas todas as
minorias que curtem a cena pesada underground.
Parafraseando
uma de suas músicas, Punk Rock Também é pra Viado!!!
Vida
longa ao TPJS...a cena só ganha com a volta de vocês!
Logo a seguir, vamos disponibilizar o show que eles fizeram em São Paulo, no ano de 2018 no Espaço Som e também seus canais oficiais para todxs conhecerem mais o trabalho do TPJS.
Instagram: @teupaijasabe
Facebook: @teupaijasabe
YouTube: https://www.youtube.com/channel/UCqlYPesS3lFvywIp0Sg2UPw/featured
Spotify: https://open.spotify.com/artist/4G74TJKjOngYTLHre9UznJ
Bandcamp: https://teupaijasabe.bandcamp.com/
segunda-feira, 20 de julho de 2020
ENTREVISTA SÖMBRIÖ
A história da Sömbriö começa em 2018, apesar de breve já rolou muita coisa até chegar no primeiro album “Fogo, Poder e Destruição”, como vocês resumiriam a trajetória da banda até aqui?
Pra gravação do primeiro album da banda vocês contaram com uma nova formação, poderiam nos falar um pouco sobre como está funcionando as coisas na banda e como foi o processo de gravação?
Como rolou a química dessa nova formação ao vivo e quando rolou a estreia da banda com os novos membros?
O disco foi lançado em janeiro, como vocês sentiram a recepção da galera ao novos sons e qual diferença que vocês apontariam desse novo disco para os materiais anteriores lançados até então?
Vimos várias definições para o som da banda, metal punk, D-beat, Black thrash, etc. Sei que esse lance de rótulos é meio chato, mas como vocês definiriam o som da banda pra alguém que não teve acesso ao mesmo?
Em que fontes vocês costumam beber pra ter inspiração na hora de criar os sons da Sömbriö?
Um lance muito interessante na sonoridade do disco, é a maneira como soa orgânico e na cara o som, dando uma aura ainda mais maldita nas músicas, era isso que vocês buscavam durante a gravação? PS Vale ressaltar que fica aqui registrado os parabéns pelo puta som foda que conseguiram captar pra pôr no disco, a produção atingiu o que acredito ser o ponto certo para o tipo sonoridade que a banda pratica!
A capa de “Fogo, Poder e Destruição” é muito foda, combinou demais com o conteúdo musical, como foi concebida a ideia e de quem é a arte?
De que forma a banda tem lhe dado com a questão dessa pandemia maldita, vocês tiveram muitas datas canceladas devido a isso? E de que forma isso impactou o lançamento do disco, visto que dois meses depois tudo começou a fechar?
Quais são os planos da banda nesse momento? Vocês continuam ensaiando ou compondo? Tem material inédito?
Mantendo o tradicional pedido de todas as nossas entrevistas, gostaria que vocês nos dissessem quais são os cinco melhores discos de todos os tempos segundo a Sömbriö?
1° - Anti Cimex - Absolut Country of Sweden
2° - Broken Bones - F.O.A.D
3° - Black Uniforms - Splatter Punx on Acid
4° - Napalm Death - Harmony Corruption
5° - Celtic Frost - To Mega Therion
Pra finalizar, gostaria de agradecer por falar com o Microfonia e reservar esse espaço pra que deixem suas considerações finais!!! Obrigado!!!
Paulin: Primeiramente agradecer ao Evandro pelo espaço, muito obrigado por manter essa rede de informações e entretenimento sobre o nosso querido underground! E que mantenham vivo e apoiem os blogs/zines que dão essa voz para as bandas. Valeu quem acompanhou até aqui, se mantenham seguros durante essa pandemia e foda se o presidente!!!
domingo, 19 de julho de 2020
P.M.A TRIO - São Paulo
P.M.A. TRIO
Brasil (São Paulo)
Atividade: Desde 2016
Gênero: Punk / Hardcore
Membros: Ritchie (vocal e baixo), Andre
(guitarra e voz), Edu (bateria)
Os
paulistas do P.M.A. Trio definitivamente resgatou com muita maestria a essência
do punk nacional dos anos 80 e pitadas bem fortes do HC dos anos 90. O álbum de inéditas intitulado “Vol. I” é a estreia na cena punk paulista, com nove faixas muito
fodas e que desperta curiosidade de vê-los ao vivo em qualquer bar da cidade. Antes do álbum, a banda lançou singles como as músicas "Eu Contra Eu", "A Poetisa", que tem um videoclipe e "Grande Trem".
A banda ganhou tamanha notoriedade que chegou a participar de um Concurso de Bandas do Festival João Rock, que ocorre todos os anos em Ribeirão Preto-SP. Além disso, foi a banda selecionada para ser uma das várias na abertura do festival Rock Station, que rolou em 2017 em São Paulo. Nesse festival participaram bandas como Bad Religion, Samiam, Pegboy, Teenage BottleRocket e Dead Fish.
Ainda
em 2017, eles produziram um videoclipe fudido em parceria com integrantes da
cena como Elaine (Gritando HC), Panda (Oligarquia/Quilombo), Escobar e Nithael
(älä kumarra), dentre outros colaboradores do punk, HC e do skate.
A
música “Afropunx”, com letra belíssima sobre o orgulho de ser negro, começa de
maneira triste com uma animação, mas homenageia as principais personalidades
negras ao longo da história que contribuiu de alguma forma com seu ativismo
orgulho de sua cor e ancestralidade. Muito foda esse projeto!
“PMA”,
“Banidos em SP” e “Cidade Cinza” e “A Luz“ são, em minha opinião, os pontos
altos desse belíssimo álbum, “Vol. I”, lançado em maio desse ano.
Vida
longa ao P.M.A. Trio e ao punk!
Confira
mais trabalhos do P.M.A. Trio nas suas mídias sociais:
Instagram: @pmatrio
Facebook: @pmatrio
YouTube: https://www.youtube.com/channel/UCi4DoiK_o3G9r8dugm3fWXA
Spotify: https://open.spotify.com/artist/4zEpyouBPsgirv4qdQwagj
Bandcamp: https://pmatrio.bandcamp.com/
























